5 desafios para a saúde suplementar no Brasil

Hoje, é possível escolher entre inúmeros planos de saúde e modalidades de contratação. No entanto, mesmo diante dessas possibilidades e do crescimento do setor, ainda existem muitos desafios para a saúde suplementar no Brasil.

Esse termo se refere a todas as ações e serviços disponibilizados por operadoras de planos de saúde. Sempre sob autorização e monitoramento constante da Agência Nacional de Saúde Suplementar, a ANS.

É ela, inclusive, que também ajuda a observar e regulamentar atividades que fazem parte da lista que mostramos abaixo. Conheça, a seguir, tudo o que esse setor ainda precisa enfrentar para se consolidar efetivamente.

1. Gestão do alto custo

A gestão do alto custo é uma das principais características da saúde suplementar de nosso país. As operadoras precisam conseguir mais usuários, e isso demanda soluções inovadoras.

Que, por sua vez, dependem de uma gestão inteligente de negócio. Todas essas ações acarretam custos altos e, muitas vezes, geram soluções que não são mais ideais para o indivíduo. Sendo assim, a sobrevivência econômica das operadoras se torna um desafio.

2. Combate a fraudes

As fraudes custam milhões por ano para as operadoras de saúde. Esse valor, além de ser absurdo, impacta diretamente várias estratégias e projetos que precisam ser colocados em prática.

Por isso, os planos de saúde precisam se preparar melhor para combater a questão. Adotar programas de controle e transparência e contar com assessoria jurídica são excelentes opções para diminuir os casos e descobrir como reduzir a sinistralidade.

3. Relação com fornecedores e prestadores

A relação com fornecedores e prestadores também costuma se mostrar como um desafio para a saúde suplementar no Brasil. É fundamental manter um bom relacionamento e a total transparência para assegurar parcerias fortalecidas com essas fontes.

Para completar, são elas que fornecem informações a respeito do atendimento de beneficiários, para avaliação da ANS com base em indicadores IDSS. Sendo assim, uma comunicação objetiva permite receber dados corretos, negociar preços justos e manter o estoque de produtos e materiais em dia.

4. Atenção Primária à Saúde (APS)

A Atenção Primária à Saúde é um desafio antigo para a saúde suplementar no Brasil. Muitas pessoas procuram por atendimento depois de confirmar uma doença, mas não pensa no cuidado contínuo e preventivo.

Sendo assim, passam a ter menos qualidade de vida e ainda sobrecarregam o sistema de saúde. As operadoras de saúde têm um papel importante na conscientização da população, tanto sobre a prevenção quanto sobre a importância de ter uma vida saudável.

5. Investimento em tecnologia

O cenário da pandemia da Covid-19 reforçou ainda mais a importância de investir em tecnologia dentro da saúde suplementar. Mas fora dele, muitas oportunidades de adotar soluções tecnológicas surgem no dia a dia de trabalho.

É muito importante, então, que gestores foquem na busca por alternativas que estejam de acordo com suas necessidades e problemas enfrentados. E que a empresa, como um todo, adote o recurso escolhido para melhores resultados.

Embora esses sejam desafios constantes para a saúde suplementar no Brasil, a tendência é que sejam superados, ou pelo menos mais bem administrados, nos próximos anos. As operadoras de saúde estão cada vez mais focadas em sua sustentabilidade e na melhoria do atendimento ao público, por isso as perspectivas são animadoras.

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Veja como o design thinking pode ajudar você na resolução de problemas

Design thinking é uma maneira de entender pessoas e criar soluções criativas por meio de um processo verdadeiramente colaborativo. Centralizado no humano (e não no produto em si), essa abordagem se apoia em conceitos como empatia, experimentação, colaboração e adaptabilidade, resultando em uma estratégia moderna de interpretar o mundo confuso em que vivemos, traduzindo caos em soluções precisas.

O insight é a principal fonte do design thinking, e a consciência de que o todo é maior que a soma das partes é o mantra para converter a letargia do “estrabismo corporativo” na flexibilidade e maleabilidade necessárias para criar o que seja útil, eficiente e desejável. É por isso que procurar uma Escola de Design Thinking é muito relevante hoje em dia. 

Hoje vamos entender como essa ferramenta pode treinar sua mente para resolver problemas com extrema rapidez e exatidão!

Como alcançar o “estado da arte” em design thinking?

Criatividade é a semente da inovação. E ela se alcança com métodos cognitivos individuais, potencializados pela múltipla colaboração “desprendida”, onde a divergência não é considerada obstáculo, mas sim um caminho de lapidação da solução “cirúrgica”.

Ocorre que não há criatividade sem liberdade, assim como não há liberdade sem incrementalismo, e é esse paradigma que o design thinking busca quebrar: uma equipe precisa mais do que relatórios para fazer boas escolhas e “criar o sucesso”. É preciso aprender a decompor problemas complexos com sensibilidade coletiva, ao mesmo tempo em que essa intuição se apoia em um fluxograma de mapas mentais estruturados, seguindo os seguintes passos abaixo.

Imersão

Segundo estudos da Harvard Business Review, a cada ano, cerca de 30.000 novos produtos são lançados no mercado, mas 80% deles fracassam. A explicação está na falta de auscultação corporativa, ou seja, as empresas não ouvem seus clientes (ou, no caso de problemas internos, seus próprios colaboradores).

Imergir é um ato de empatia. Significa se permitir conhecer bem as pessoas envolvidas em seus problemas e preocupar-se com a vida delas. A primeira etapa no processo de design thinking é, portanto, a imersão, que pode ser inicialmente preliminar (entendimento do problema), seguida do aprofundamento (identificação das oportunidades de melhora).

Dessa forma, comece com uma Análise SWOT para mapear profundamente o ambiente interno e externo de seu negócio. Organize também pesquisas qualitativas, além de estudos exploratórios, a serem registrados em “cartões de insights”.

Ideação

Uma vez identificados os pontos que precisam ser aprimorados, a próxima fase é produzir ideias relevantes para alcançar esse aperfeiçoamento. Nesse ponto, vale a pena se atentar a 3 elementos:

  • pessoas: é fundamental que haja diversidade de perfis participando da criação, inclusive com os que serão servidos pela solução. Deve ser formada uma equipe multidisciplinar para reunir distintas expertises, ofertando múltiplos ângulos de visão;
  • ferramentas: brainstorming e workshops de cocriação (atividades em grupo com pessoas diretamente impactadas pelas mudanças, estimulando ideias disruptivas) são muito comuns nessa etapa.
  • tecnologia: você pode usar softwares de análise de dados para cruzar todas as informações recebidas e gerar insights valiosos para o seu projeto.

Prototipação

Depois de reunir as ideias e filtrá-las segundo a viabilidade e potencial de sucesso, parte-se para a criação de protótipos que, no caso do desenvolvimento de um software, por exemplo, pode ser uma versão beta, feita especialmente para testes e ajustes.

Desenvolvimento

Tudo aprovado, é hora de colocar a versão final de sua ideia para funcionar, o que não significa que o modelo final criado está imune a aprimoramentos incrementais. Agora é a hora de caprichar na divulgação e buscar a retroação dos envolvidos.

Aprendendo a ver cor onde outros enxergam escuridão

A consciência das restrições do ambiente de negócios, bem como do quão naturalmente podemos romper com o óbvio e descobrir o que o cliente mais deseja — antes mesmo que ele seja capaz de perceber — é a essência do design thinking. Esse processo de pensamento criativo em ebulição (em contraposição ao matematismo da “velha” tomada de decisão) se apoia em 3 critérios visionários:

  • praticabilidade: o que será possível em um futuro próximo;
  • viabilidade: o que tem potencial para se tornar um modelo de negócio sustentável;
  • desejabilidade: o que tem potencial para que as pessoas enxerguem valor.

É nessa perspectiva que você pode aplicar o design thinking em todas as áreas e segmentos, inclusive para resolver problemas na estrutura administrativa da empresa.

Está pronto para sair da letargia dos métodos inflexíveis de gestão para deixar a inovação guiar sua empresa? Então compartilhe este conteúdo em suas redes sociais e leve seu network a repensar a forma como as decisões são tomadas em sua organização!

Quais são as últimas tecnologias de energia solar?

Quando a maioria das pessoas ouve falar em “energia solar”, é comum pensarem naqueles painéis solares antigos em telhados. Porém agora existem várias novas tecnologias de painéis solares em desenvolvimento ou já disponíveis no mercado. Essas tecnologias prometem revolucionar a maneira como as pessoas pensam sobre os projetos de energia solar e sobre a produção de energia em geral.

Novidades em energia solar

Energia fotovoltaica

É o solar do telhado que você vê em casas e empresas. Ele produz eletricidade diretamente da energia solar. As tecnologias solares térmicas usam a energia do sol para gerar calor, e a eletricidade é gerada a partir disso. As células solares são embaladas atrás de um vidro para formar módulos fotovoltaicos, que têm uma vida útil típica de 20 a 40 anos. Em vários casos, os módulos montados em telhados de edifícios podem produzir eletricidade de acordo com o que o edifício consome.

Célula solar de Perovskita

As células solares convertem a luz do sol em eletricidade. Embora as células individuais sejam muito pequenas, quando aumentadas para módulos, elas podem ser usadas para carregar baterias e alimentar luzes. Se colocados lado a lado, esses módulos poderiam ser, um dia, a principal fonte de energia para edifícios. Porém as células solares atualmente no mercado utilizam silício, o que as torna caras de fabricar quando comparadas às fontes de energia mais tradicionais.

A exemplo dos Painéis Fotovoltaicos Orgânicos (OPVs), a geração de energia solar por meio da perovskita substitui os painéis solares de silício por outros materiais, podendo ser o haleto de estanho ou o chumbo. Essa substituição de materiais tem trazido cada vez mais vantagens para a geração de energia solar e já está sendo usada por empresas americanas e europeias.

Células de filme fino

Uma pesquisa mostrou que as células solares são mais eficazes se estiverem em camadas de até quatro. Ela permite que eles aproveitem até 46% da energia solar em vez dos 18% dos painéis padrão. No entanto, este tipo de painel está provando ser muito inconveniente e caro para uso comercial. A solução pode ser fornecida pela mais recente inovação em tecnologia solar: as células de filme fino. O tecido solar é incrivelmente fino e leve em comparação com um painel fotovoltaico padrão.

Além disso, o tecido solar é flexível e pode ser usado facilmente em estruturas arredondadas ou circulares. Outros usos incluem toldos em portas, tendas e persianas. Por ser bem leve, ele é ideal para cobrir grandes extensões. Atualmente, a eficiência do tecido solar para captar a energia solar é de aproximadamente 13%. No entanto, o tecido solar provou ser mais eficaz em níveis baixos de luz.

Fazendas solares flutuantes (flutovoltaicos)

Os painéis de silicone estão se tornando mais baratos e eficientes a cada dia. De acordo com especialistas, se os painéis fotovoltaicos forem colocados em reservatórios e outros corpos d’água, eles oferecem uma eficiência ainda maior, além de uma infinidade de outros benefícios.

Flutovoltaicos são sistemas de energia solar fotovoltaica produzidos para flutuar em represas, reservatórios e outros corpos d’água.

Os parques solares flutuantes podem gerar grandes quantidades de eletricidade sem usar terrenos ou imóveis de grande porte. Os custos de instalação dos painéis fotovoltaicos flutuantes são menores do que os dos painéis fotovoltaicos terrestres. Além disso, a produção de energia de painéis solares flutuantes é maior em até 10% devido ao efeito de resfriamento da água.

Além de produzir energia solar limpa, os parques solares flutuantes podem ajudar no gerenciamento da água. Eles reduzem a perda de água por evaporação, pois limitam a circulação do ar e bloqueiam a luz solar da superfície da água.

Agora que você viu como a tecnologia está transformando a energia solar, compartilhe o conteúdo nas redes sociais.

Investimento seguro: como ser proteger depois de atingir 1M de patrimônio?

É fato que todo empreendedor sonha em conquistar um faturamento cada vez mais alto ao decorrer dos anos. A tarefa pode ser fácil durante alguns períodos, outros nem tanto. Existem diversos momentos, favoráveis e difíceis, mas os empresários dedicados sempre conseguem se destacar.

Inclusive, alguns conseguem até atingir 1M de patrimônio. Os profissionais já sabem o que vão fazer com o dinheiro, geralmente, são melhorias e aplicações em prol de uma empresa mais modernizada. Mas você já parou para pensar no que você vai fazer após a conquista? Caso tenha pensado em proteger seu capital, já está no caminho certo.

Há formas de manter seu patrimônio totalmente protegido e rendendo durante todo o ano. Confira algumas soluções!

Investir em ouro: uma das opções disponíveis mais rentáveis

Para proteger os altos patrimônios, investir em ouro é uma das melhores opções. Se o mercado está oscilando muito, vale a pena conhecer esse tipo de investimento. Os fatores que fazem o valor do ouro movimentar diariamente são a demanda e a oferta. Muitos empresários optam pela modalidade devido à proteção contra a volatilidade do mercado.

As opções para começar a investir em ouro são por meio da Bm&fBovespa e no mercado de balcão. A diferença principal entre as instituições financeiras é a quantidade limitada de ouro. Na bolsa, há o limite de 250 gramas, por outro lado, no mercado balcão, o cliente pode investir em barras de ouro de até 1kg. Por esta razão, analise com calma suas condições e identifique a mais rentável ao seu patrimônio.

Certificado de depósito bancário: maior garantia do seu futuro

O depósito bancário a prazo é mais um tipo de investimento que os empreendedores estão acostumados a usar. O certificado funciona como um título de crédito e uma rentabilidade convencionada. O investidor realiza uma compra e após um determinado período, os valores com juros ficam disponíveis para retirada. Bem fácil, não é mesmo?

Tesouro direto: modalidade popular entre os empreendedores

Por fim, temos o tesouro direto, uma outra maneira inteligente de proteger o seu dinheiro. Com essa modalidade, os investidores podem aproveitar esse investimento rentável emprestando o dinheiro para o banco. Desse modo, o grande diferencial dessa alternativa é a periodicidade. O tempo é crucial para determinar quanto o investidor vai investir e receber. O período pode ser de meses, um ano, dois anos e até mais.

Assim que esse período acordado entre o investidor e o banco termina, o empreendedor recebe a quantia de volta com juros. O ideal é sempre optar por longos intervalos para garantir juros altos para a recompensa ser ainda mais satisfatória. Entretanto, tudo depende do contexto de cada empresário e das expectativas do futuro acerca do seu negócio.

Agora você já sabe como se proteger depois de bater essa meta tão alta! É esperado que toda conquista seja comemorada ao máximo, porém, ser consciente é de grande importância para evitar deslizes financeiros. Por esta razão, realizando os tipos de investimento que mencionamos no texto, você tem altas chances de um futuro mais tranquilo no que diz respeito a finanças.

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5 dicas para se refrescar no verão

Sabemos que os dias de calor chegam bem antes do verão, não é verdade? Se é a melhor estação ou não, depende da preferência de cada indivíduo. Alguns amam os dias calorentos e outros nem tanto, mas eles chegam quando a gente menos espera. Por esta razão, as pessoas precisam estar preparadas para encarar esses momentos.

Podemos nos refrescar durante essa estação de diversas maneiras e talvez você não saiba de todas. Separamos algumas dicas infalíveis que vão tornar o seu verão ainda mais agradável. Vamos descobrir quais são? Siga com a leitura!

1. Tenha um climatizador de ar

Invista em um climatizador de ar para manter os cômodos da sua casa bem gelados. Essa é definitivamente a melhor opção para os moradores de cidades mais quentes no verão, como Rio de Janeiro e São Paulo. Embora adquirir um ar condicionado seja um pouco complicado para algumas pessoas, há outras maneiras de se refrescar sem o uso desse equipamento.

2. Saboreie sobremesas geladas

Não há nada mais divertido do que cozinhar em família e amigos, principalmente para fazer sobremesas deliciosas. Que tal um picolé, mousse ou gelatina? Opte por adicionar frutas refrescantes como abacaxi, limão, morango, manga, laranja e acerola. Elas são cheias de sabor e vão deixar a sua receita ainda mais colorida. Experimente também o sorvete com fatia de bolo e banana. O calor vai passar bem longe!

3. Tome banho de piscina

Quem não gosta de um bom banho de piscina? Essa instalação em casas e clubes permite que toda a família curta um final de semana de sol com muita diversão e água fresca. Uma alternativa é o banho de mangueira ou de chuveirão. Seja qual for a escolha, vista a sua roupa de banho favorita e espante o calor com bastante água!

4. Vista-se com roupas leves e confortáveis

As pessoas não costumar ficar preocupadas com a escolha de roupas durante o verão. Diferente das estações mais frias, como o outono e inverno, o verão traz dias de raios UV fortes. É importante proteger a pele com protetor solar a cada 3 horas e usar roupas de tecido respirável. Escolha cores da estação como amarelo, branco e vermelho. Evite usar peças de cores escuras por elas esquentam a pele rapidamente.

5. Controle a entrada de luz solar na sua casa

Passar os dias de calor em casa costuma ser um incomodo para muitos moradores, especialmente aqueles que moram em lugares apertados. O ideal é ir à praia, aproveitar um dia de cachoeira ou até mesmo caminhar no parque. Quando isso não for possível, tente ao máximo controlar a entrada de luz solar na sua residência. Coloque cortinas blackout nas janelas para a reduzir a temperatura dos cômodos.

Viu como é possível se refrescar no verão? Essas dicas podem ajudar muitas pessoas a ter um verão mais ameno, diminuindo a intensidade do calor escaldante. Não se esqueça de procurar uma loja especializada em climatizadores de ar, eles vão resolver o problema do calor em questão de minutos.

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O que fazer nas Ilhas Maldivas? Veja um itinerário

Conhecer as Ilhas Maldivas é um sonho de muitas pessoas. Afinal, quem não se sente atraído por suas belas praias de areia branca, águas límpidas, palmeiras e pôr do sol incrível?

A República das Maldivas é um arquipélago que fica a sudoeste da Índia e do Sri Lanka, no Oceano Índico. É um conjunto de 1.196 ilhas, sendo que somente 203 são habitadas.

Esteja você viajando com um pacote para Ilhas Maldivas ou por conta própria, listamos lugares que você não pode deixar de visitar ao viajar para esse destino paradisíaco. Confira!

5 coisas para fazer nas Ilhas Maldivas

Mergulho em Maaya Thila

O fundo do oceano de Maaya Thila, no Atol Ari do Norte, é protegido pela Lei de Conservação Marinha. Ao mergulhar em suas profundezas, os turistas podem conhecer muitas formas de vida marinha, como peixes-anjo, pargos e atuns. Além disso, os mais corajosos podem viver uma experiência que é assustadora para a maioria das pessoas: mergulhar com o tubarão–ponta–branca. Você se arrisca?

Admirar o pôr do sol ou nascer do sol

Se você quer conhecer a verdadeira beleza das ilhas do arquipélago, uma das atividades imperdíveis é assistir ao nascer ou pôr do sol.

Você pode sair de barco para admirar a cena ou fazer isso da areia da praia. Outra opção é assistir esse momento enquanto relaxa em uma piscina de um bangalô sobre a água. O efeito é fantástico.

Visite a praia brilhante de Vaadhoo

As águas dessa praia parecem brilhar sob a luz da lua criando uma cena mágica à noite.

Esse fenômeno é conhecido como bioluminescência, que nada mais é que a emissão de luz por organismos vivos. Com a bioluminescência do mar, a água parece azul e brilhante. Você pode brincar à vontade na água já que a luz azul emitida é fria e não gera nenhum calor.

Passeie na Praia de Hulhumale

Esse é um dos destinos para quem ama uma praia de areias branquinhas e fofas. É o lugar ideal para casais que desejam fazer um passeio romântico.

Ao caminhar na praia à noite, você também pode desfrutar das vistas mais inspiradoras do pôr do sol. Além disso, você pode saborear alguns autênticos e deliciosos frutos do mar nos vários cafés e barracas instalados nas areias da praia.

Explore a capital das Maldivas

Malé é a capital das Maldivas. Na cidade, os turistas podem visitar edifícios históricos, museus, parques e praias deslumbrantes, onde também é possível praticar mergulho com snorkel ou fazer passeios de submarino. Para quem gosta de lugares mais movimentados, Male tem ruas bem extravagantes com várias lojas e mercados abertos. Lá você também pode saborear a comida local.

Entre as principais atrações a serem exploradas em sua visita a Malé estão uma das mais antigas mesquitas das Maldivas, a Mesquita de Sexta-Feira, o Museu Nacional, o Mercado Local de Malé, o Parque do Sultão, a Praia Artificial e o Monumento ao Tsunami.

Brasileiros não precisam de visto de turismo para visitar as Ilhas Maldivas, podendo permanecer até 30 dias. Na imigração, devem apresentar o passaporte, passagem de retorno, reserva de hotel e Certificado Internacional de Vacinação.

Já está pensando em sua viagem para as Maldivas? Compartilhe o conteúdo nas redes sociais para que mais pessoas conheçam mais sobre esse paraíso!

Como ter bons fornecedores de alimentos em Minas Gerais?

Se você tem uma empresa de alimentação, é fundamental encontrar bons fornecedores, capazes de entregar produtos de alta qualidade, com preço justo e pontualidade.

Em Minas Gerais, o setor de alimentação é forte. Por isso, muitos empresários buscam por uma indústria de alimentos em Minas Gerais que seja uma verdadeira parceira, permitindo o crescimento de ambos os negócios.

Esse é o seu caso? Então veja as dicas que separamos!

Entenda a sua necessidade

Antes mesmo de procurar por bons fornecedores. É importante entender qual é a sua necessidade. Por exemplo: quais produtos precisa, frequência da entrega, marcas, melhores formas de pagamento etc.

Somente a partir dessa análise, você deverá começar a buscar pelos fornecedores, pois assim será mais fácil filtrar aquelas empresas que realmente oferecem o que você necessita.

Considere o portfólio de produtos

Um fornecedor bem-preparado é aquele que oferece uma grande variedade de itens do que você necessita.

Por exemplo, se precisará comprar molho de tomate, é melhor contar com um que venda várias marcas, tamanhos e tipos, pois, será mais fácil dimensionar a sua compra de acordo com a sua capacidade, que poderá ser variável em determinadas épocas do ano.

Então confira a variedade e a qualidade de tudo que é oferecido pelo parceiro de negócios.

Analise o custo-benefício

Nem sempre o melhor fornecedor de alimentos é aquele com preço menor. Pode ser, por exemplo, que a empresa que vende determinado item por um valor mais baixo não tenha uma entrega tão pontual – e isso acabe lhe trazendo prejuízos futuramente.

Assim, antes de fechar com algum parceiro, sempre analise o custo-benefício, considerando os pontos positivos que um fornecedor oferece e outro, não, além do preço unitário.

Alguns fornecedores podem contar com benefícios como cursos de aperfeiçoamento pessoal, portfólio mais completo, entregas mais rápidas etc. Verifique o que será melhor para a sua realidade.

Considere a experiência de outros clientes

Nada melhor para definir um bom fornecedor do que conversar com outros empresários do seu setor. Dessa maneira, você poderá questionar pontos como: funcionamento, pontualidade das entregas, padrão dos produtos, problemas e outras questões.

Avalie a capacidade de crescimento

Hoje, você pode ser uma pequena empresa do setor alimentício. Mas, daqui alguns anos, poderá crescer e expandir a sua atuação. Será que durante esse período o fornecedor será capaz de continuar lhe atendendo?

Para isso, avalie a capacidade de entrega do fornecedor. O que vale, até mesmo, para questões esporádicas, como eventos ou datas em que você sabe que há uma demanda maior no seu estabelecimento.

Sempre verifique antecipadamente se o fornecedor tem a real capacidade de lhe atender nessas demandas, evitando ficar sem produto e tendo de comprar de outra empresa em cima da hora.

Tenha um bom relacionamento com os fornecedores

Ter um bom relacionamento é fundamental para que essas empresas possam te ajudar quando for necessário.

Muitas vezes é graças a esse relacionamento que algum fornecedor conseguirá “quebrar um galho”, fazendo uma entrega fora de hora ou conseguindo negociar um pagamento mais estendido, por exemplo.

Então tente sempre cumprir seus horários, realizar os pagamentos em dia, verificar seus pedidos antes de fazê-los e outros pontos essenciais para uma boa parceria.

Hoje, o mercado alimentício é muito forte em Minas Gerais. Mesmo com a pandemia de covid-19, a indústria apresentou crescimento de 2% a 6%, dependendo do setor. Com uma concorrência acirrada, é fundamental contar com excelentes parceiros de negócio para conseguir se destacar.

Ao colocar nossas dicas em prática, certamente você conseguirá encontrar um excelente fornecedor para a sua empresa. Gostou deste conteúdo? Compartilhe nosso post com seus amigos nas suas redes sociais!

Saiba mais sobre o conceito de agricultura vertical e a importância dela para a sociedade

Que a nossa sociedade precisa se reinventar já não é novidade. Porém, talvez a surpresa esteja no fato de os caminhos para essa nova forma de nos relacionar com o meio ambiente e com a eficiência energética já exista e até mesmo já esteja acontecendo.

Prova disso são os estímulos ao desenvolvimento de tecnologia e inovação nas mais diferentes áreas, como no setor de energia e alimentos, possibilitada pela agricultura vertical, por exemplo.

O melhor disso é que as tecnologias, em determinado ponto, podem se fundir para trazer ainda mais eficiência uma para outra, gerando uma cadeia de benefícios que pretendemos te mostrar nesse artigo.

O que é agricultura vertical?

A agricultura vertical é uma técnica de cultivo avançada que se utiliza de tecnologia para proporcionar a cultura de plantas verticalmente, como se fossem prateleiras de mercados de atacado em que cada nível contém centenas de sementes.

Estudiosos como Cesare Marchetti falam sobre o conceito desde o fim da década de 70 (1979), ainda que a maior visibilidade e exploração sobre o assunto tenha acontecido após a abordagem de Dickson Despommier sobre o tema (1999).

O ponto de impulsionamento da agricultura vertical para Despommier era a capacidade dela encerrar o problema da fome no mundo. No entanto, a adesão passou a acontecer após a viabilidade econômica, inserindo este formato de cultivo entre os formatos mercadológicos atrativos para o setor de alimentos, sendo uma realidade em cidades dos Estados Unidos, Japão, Cingapura, Canadá e, até mesmo, aqui no Brasil.

Benefícios da agricultura vertical?

A eficiência é a palavra central na agricultura vertical. Para se ter noção, a Pink Farm, localizada em São Paulo, consegue cultivar em 18,5 m² de chão o que seria feito em 2.000 m² de campo. Somado a isso, a economia de água chega a 95% e não há uso de pesticidas e agrotóxicos.

A colheita, sem estar submetida às intempéries do tempo, é garantida a partir de um ambiente 100% controlado e monitorado em todas as suas fases. Fatores como iluminação (composição adequada de luz vermelha e azul), umidade e ventilação são adequadas por nível e não somente no barracão.

Para entrar no ambiente vedado, os colaboradores que mexem nas plantas precisam estar com todos os equipamentos (avental, luva, máscara e touca) para evitar a contaminação. Uma realidade que ainda reflete em um custo de cultivo até 15% mais caro, mas não por muito tempo. Com o constante barateamento e avanço das tecnologias, a perspectiva é que os alimentos das florestas de agricultura vertical cheguem a ser 30% mais baratas que as do campo.

Uma cultura mais eficiente e responsável, que não polui água e a economiza, não expõe os consumidores à insalubridade dos produtos tóxicos e entrega um produto saboroso e nutritivo, além de otimizar significativamente as questões logísticas, diminuindo percursos e consequentemente, emissão de gases poluentes.

Se surpreendeu com os benefícios da agricultura vertical? Então faça com que seus amigos também se interem sobre essa solução que já só tende a se expandir ao compartilhar o artigo nas suas redes sociais.

Conheça 3 fontes de energia limpa!

Uma fonte de energia limpa é aquela gerada por meio de recursos renováveis, que não são responsáveis pela emissão de poluentes e não provocam danos ao meio ambiente. Nos últimos anos, tem aumentado a parcela da população que se preocupa com os malefícios que os humanos vêm causando à natureza. 

O aquecimento global, desastres naturais e esgotamento de reservas naturais, como o petróleo, do gás e do carvão, são somente algumas das consequências que o nosso planeta vem sofrendo. Exatamente por isso que as fontes de energia limpa precisam ser priorizadas, de maneira que se minimize os danos e melhore a qualidade de vida das pessoas. Afinal, não somente o meio ambiente é prejudicado. 

Para auxiliar na conscientização, separamos três fontes de energia limpa que podem ser adotadas na nossa rotina. Confira.

Energia solar  

A energia solar é a fonte de energia limpa mais comum e simples de ser adotada nas residências. Afinal, quem nunca viu um painel de energia soar nos telhados de alguma casa? 

Essa é uma fonte que gera energia por meio de painéis fotovoltaicos, para que ocorra a transformação do calor em corrente elétrica. Esse é um recurso que utiliza um dos bens naturais mais abundantes que temos, que é o sol, principalmente no Brasil. 

A energia solar pode ser usada para diferentes finalidades, como: aquecimento de água, iluminação pública, sistemas de uso coletivo e geração de energia elétrica. Além de minimizar os danos ao ambiente, esse é um recurso que faz bem para o nosso bolso. Estima-se que uma casa com sistema de aquecimento solar pode gerar uma economia entre 50% e 95% na fatura de energia. 

Energia eólica 

A energia eólica é uma fonte de energia limpa que utiliza a força do vento, que é captada por aerogeradores e transformada em energia elétrica. Esse é um processo bastante simples, apesar de esses equipamentos serem robustos e demandarem locais grandes e com fortes correntes de vento. Além disso, eles são um pouco barulhentos. 

Muitos estados brasileiros vêm adotando esse recurso nos últimos anos, como o Rio Grande do Norte, o Ceará. a Bahia, o Rio Grande do Sul e Santa Catarina. A intenção é minimizar a emissão de gases poluentes gerados por outras fontes e reduzir a dependência de de energia do exterior. 

Energia hidráulica  

Além do sol e do vento,  a água também representa um recurso para fontes de energia limpa. A energia hidráulica é a mais utilizada aqui no Brasil e consiste em transformar a força das águas, que é captada por barragens instaladas em rios. Essa força move algumas turbinas e é transformada em energia elétrica. 

Em alguns períodos do ano, você já percebeu que a sua conta de luz fica mais cara e a bandeira muda? Isso acontece em períodos de seca. Como as turbinas utilizam a força da água, quando a chuva é escassa a produção de energia diminui, aumentando assim a sua fatura. No entanto, ainda sim é um recurso limpo e renovável. 

As fontes de energia limpa são recursos sustentáveis para gerar energia elétrica. Dessa forma, se minimiza a queima de fósseis finitos e, consequentemente, a emissão de gases poluentes. Além disso, todos são beneficiados, principalmente com a anergia solar, que gera uma considerável economia de dinheiro todos os meses. 

Aproveite para compartilhar este post nas suas redes sociais e mostre aos seus amigos e seguidores a importância de cuidamos do nosso consumo energético.

Você sabe como escolher eletrodomésticos para a sua casa?

Na hora de equipar a casa nova, saber escolher os eletrodomésticos faz toda a diferença. Afinal, eles são fundamentais para uma série de atividades e deixam o nosso dia a dia mais prático e a rotina mais simples.

Porém, uma escolha incorreta, além de dor de cabeça, pode trazer outros problemas em longo prazo, como perdas financeiras, consertos e dificuldades de uso, com equipamentos que não suportam a demanda que temos deles.

Para lhe ajudar, nós separamos as principais dicas na hora de escolher os eletros – indo muito além da comparação pelo preço. Outra sugestão é usar sites que já comparam os diferentes modelos, trazendo os prós e os contras de cada um, como é o caso do Guia da Escolha. Para saber mais é só acessar: http://guiadaescolha.com.br/.

Entenda e avalie suas necessidades

O primeiro passo para escolher bem os eletrodomésticos é entender o que você e a sua família precisam. Assim será mais fácil direcionar a busca pelos produtos que contemplam essas características.

Uma família pequena ou uma pessoa que mora sozinha, por exemplo, terá necessidades menores em termos de refrigeração (por isso poderá comprar uma geladeira mais simples) ou na quantidade de roupas a serem lavadas (optando por máquinas com capacidades menores).

Além do número de moradores, pense na rotina de vocês. Quem tem um dia a dia extremamente corrido, por exemplo, pode precisar de itens que tragam mais facilidade. No caso da máquina de lavar, isso pode significa programas que já lavam e secam ou que dosam sozinhos a quantidade de produtos para a limpeza. Assim como os fornos elétricos são uma “mão na roda”, porque desligam quando o tempo é finalizado.

Por isso, a dica é sempre considerar o número de moradores, a rotina de vocês e as características e exigências de quem vai usar os eletrodomésticos.

Analise o consumo de energia

Depois de entender qual tipo de eletrodoméstico é mais indicado na rotina de vocês, é hora de avaliar e comparar as opções disponíveis. Um ponto essencial é em relação ao consumo de energia. Afinal, não adianta comprar um produto barato, mas que, ao ser usado, traga custos elevados, pois você não terá nenhuma economia.

Uma dica essencial é conferir a classificação de eficiência energética, que geralmente está indicada na etiqueta do produto. Ela tem uma escala de cores, do verde ao vermelho, acompanhada de letras que vão do A ao E. Os produtos com categoria A são os mais econômicos e os com categoria E, os menos.

Porém, nem sempre o indicado na categoria A é realmente eficiente. Então, vale à pena fazer alguns cálculos. Para calcular o quanto o equipamento gasta por hora, você pode usar a fórmula:

Gasto por hora = potência (Watts) / 1000 x tarifa de energia

A potência é, normalmente, indicada no manual do produto. E para consultar o valor da tarifa da sua região, é só acessar o site da distribuidora ou conferir o valor informado na sua conta de luz.

A partir desse cálculo, você poderá estimar quantas horas por dia e por mês usará o eletro e assim optar pelos modelos mais econômicos.

Considere o espaço disponível

De nada adianta comprar um eletrodoméstico super econômico, se ele não cabe dentro da sua casa! Muitas pessoas acabam se esquecendo de medir o espaço disponível e só descobrem que o eletro é grande ou pequeno demais, depois que ele foi entregue.

Então, não se esqueça do básico e sempre confira o espaço disponível e as medidas de cada eletrodoméstico. Lembre-se que essas medidas não são padrão e podem variar dependendo da marca e do modelo.

Se você mora em apartamento, lembre-se de medir a porta de entrada e conferir se o eletrodoméstico consegue passar. Afinal, nesses casos, é mais difícil entrar com o equipamento por vias alternativas, como as janelas.

Verifique a sua rede elétrica

Usar um eletrodoméstico ligado na tensão elétrica não é uma ideia muito boa. Por isso, sempre confira essa informação e veja se está de acordo com a sua casa. Ou seja, confira se a sua residência é 110V ou 220V e compre eletrodomésticos de acordo com essa tensão.

Confira a qualidade do produto e da marca

Outro ponto importante para fazer o comparativo é a marca do eletrodoméstico. Você deve pesquisar antes, buscando saber há quanto tempo a marca está no mercado, se é conhecida por oferecer produtos de qualidade, se existem assistências técnicas perto de onde você mora, entre outros pontos.

Analise também o modelo. Às vezes, a marca é bastante conhecida, mas o modelo em questão pode não ser tão bom ou contar com uma tecnologia ultrapassada. Use a internet a seu favor, por exemplo pesquisando em sites como o Reclame Aqui, nas redes sociais da marca e em sites especializados nesses comparativos, como o Guia da Escolha que citamos na introdução do artigo.

Compare o custo-benefício

O preço é um fator importante, mas não deve ser o único. O comparativo deve sempre levar em consideração o custo-benefício apresentado pelo eletrodoméstico.

Muitas vezes, vale mais a pena pagar mais caro no produto, mas levar um item com tecnologia melhor, mais funcionalidades, economia de energia elétrica ou que esteja de acordo com seus desejos, design e usos.

Comprar um eletrodoméstico barato, mas que não resolva sua vida ou que não tenha as funções que você precisa, não é economia, pelo contrário, é desperdício de dinheiro. Por isso, comparar todos esses pontos é importante.

Agora ficou mais fácil escolher os eletrodomésticos de casa? Compartilhe nossas dicas com seus amigos nas redes sociais!

6 itens essenciais para o seu posto de gasolina!

Com uma frota circulante que ultrapassa os 57 milhões de automóveis, segundo relatório da Fenabre, o Brasil é um mercado importante para o ramo de postos de gasolina, o que torna a competição acirrada.

Assim, para manter e aumentar a clientela, é fundamental que haja estratégias para captar mais clientes do que, simplesmente, o abastecimento.

Por isso, separamos seis itens que podem agregar valor ao seu posto.

Troca de óleo

Uma forma de prestar um serviço adicional aos seus clientes é orientar o frentista a perguntar se o motorista gostaria que ele verificasse o nível de óleo e outros fluidos do carro (água de arrefecimento, freio, limpador de parabrisa, etc).

Caso o nível não esteja de acordo com o recomendável, para trocar, deve-se possuir um local apropriado para a realização do serviço dentro do próprio posto!

Esse local deve estar todo equipado, com elevador hidráulico, trocador de óleo a vácuo e sistema de contenção.

Calibragem de pneus e borracharia

O que também não pode faltar em um posto de gasolina é o calibrador de pneus.

Também é papel do frentista, como linha de frente no atendimento, oferece-se para verificar os pneus.

É fundamental que os calibradores estejam em bom estado e posicionados em locais estratégicos, para que não atrapalhe o fluxo do posto.

Possuir parceria com uma borracharia e ter um espaço reservado para consertos de pneus no posto também pode ser um bom atrativo, pois da mesma forma que possuir um espaço para a troca de óleo, isso otimiza tempo dos clientes.

Lavagem automotiva

Caso o carro esteja sujo, oferecer a lavagem automotiva pode ser um diferencial para os clientes.

Possuir um local destinado para esse fim, seja manual ou automatizado, é perfeito para agregar à experiência dos motoristas.

Também pode-se investir um pouco mais e criar um espaço de estética automotiva, com polimento e cristalização do veículo. Tudo dentro do espaço do posto.

Loja de conveniência e Restaurantes

Possuir uma loja de conveniência e/ou um restaurante no posto de gasolina é uma ótima forma de aumentar o ticket médio do cliente, aumentar a permanência dele no seu negócio e, assim, fidelizá-lo.

Um local de convivência, onde se possa parar, tomar um café, almoçar ou até mesmo comprar aquele item que se esqueceu em uma viagem é uma ótima alternativa.

Porém, existem alguns itens que não podem faltar. Entre eles:

  • refeições e salgados;
  • bebidas;
  • itens para pets;
  • produtos de higiene pessoal;
  • lembranças e pequenos presentes.

Oficina Automotiva

Além de borracharia, existem outros tipos de parcerias estratégicas que podem agregar valor para seus clientes.

Entre elas, está uma oficina automotiva para reparos mecânicos e elétricos.

Imprevistos acontecem e ter uma oficina para pequenos reparos no posto ajuda a salvar e evitar dores de cabeça futuras para os motoristas.

Nestes espaços também podem ser ofertados itens de troca rápida, como lâmpadas de faróis e limpadores de parabrisa.

Sanitários

Possuir sanitários limpos e organizados disponibilizado para os clientes é de grande utilidade para as pessoas que estão viajando há muito tempo ou estão parados no trânsito.

Caso queira disponibilizar chuveiros, é possível cobrar uma taxa pelo consumo elétrico e de água, caso não tenha aquecedor solar ou caldeira.

Com esses serviços adicionais implementados no seu posto de gasolina, juntamente com um bom treinamento dos funcionários, com certeza você estará prestando um serviço de excelência.

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Como criar a sua identidade de marca

A comunicação visual, o design dos produtos, as estratégias de vendas e os valores do negócio são alguns dos aspectos que formam a identidade de marca de uma empresa. Ela é importante para que sua empresa estabeleça um posicionamento no mercado e faça o seu público-alvo se identificar com ela.

A seguir, explicamos melhor esse conceito, a importância de investir nessa identidade e como isso pode ser feito. Quer aprender um pouco mais sobre esse assunto? Então, continue conosco e confira a seguir!

O que é identidade de marca

A identidade de marca diz respeito a tudo que está ligado aos valores e à missão de uma organização. Então, alguns pontos como a estrutura dos serviços, os logotipos, as cores, a ética do negócio, entre outros, fazem parte dessa identidade.

O objetivo é ser original, se posicionar perante o público (mostrando quem sua empresa é), transmitir sentimentos aos clientes (principalmente quando eles adquirem seus produtos e serviços) e mostrar ao mercado como é que a se soluciona problemas e demandas.

Em resumo, a ideia gira em torno de tornar o negócio reconhecido no mercado, fazer com que as pessoas se identifiquem com o estilo dos produtos e serviços e fidelizar os clientes. Ótimos exemplos de identidade de marca são a Apple, a Nike e a Coca-Cola.

Por que ela é tão importante?

Só com base na definição, já é possível ter uma noção de como a identidade é fundamental para o sucesso de um negócio. Porém, indo além do que já foi dito, ela é usada também para determinar o valor e os benefícios que seus produtos e serviços oferecem aos clientes. Nesse caso, vale lembrar que muitas pessoas não compram apenas pelo preço ou qualidade, mas também pelo status, pelo estilo de vida, entre outras coisas.

Assim, investir nessa estratégia traz benefícios como:

  • fidelização dos clientes;
  • ajudar a segmentar o mercado (se você oferece um produto de luxo, sabe que vai alcançar pessoas com perfil classe A, que estarão dispostas a pagar o seu preço);
  • fortalecimento do branding (você reforça a sua marca, oferece experiências diferenciadas para os clientes e faz com que eles estejam cada vez mais ligados ao seu negócio).

Como construir uma identidade de marca de sucesso para pequenas empresas

Para criar uma identidade de marca, é necessário desenvolver um planejamento muito bem estruturado — principalmente pelo fato de que ela deve “conversar” com os objetivos e valores da sua empresa.

Para isso, vale a pena fazer um estudo dos ambientes interno (forças e fraquezas) e externo (oportunidades e ameaças). Com essa análise de SWOT, fica mais fácil saber onde a empresa acerta e erra e o que pode ser aproveitado ou evitado.

Além disso, outras informações que podem ajudar incluem:

  • o público-alvo que você deseja alcançar;
  • a experiência que quer promover para seus clientes;
  • qual é o diferencial do seu negócio (preço, qualidade, exclusividade, entre outros).

Antes mesmo de começar a criar a sua identidade de marca, é importante entender o contexto no qual a sua empresa está inserida, a forma como ela se comunica com o público, como ela se posiciona no mercado e, sobretudo, onde se espera chegar. Com base nisso, torna-se possível criar planos mais coerentes com os objetivos e a realidade do seu negócio.

O que achou do conteúdo? Compartilhe o artigo em suas redes sociais e aproveite para trocar experiências com seus amigos sobre o assunto!

Fases do design thinking: quais são e como aplicar como empreendedor?

O design thinking está em alta. Mas nem todas as pessoas sabem o que ele significa e nem como pode ser aplicado em vários projetos, tanto de empreendedorismo, como na própria vida.

Neste conteúdo nós vamos lhe explicar o que é o design thinking, etapas fundamentais dessa metodologia e também como ela pode ajudar os empreendedores. Confira!

O que é design thinking e qual sua importância?

O design thinking é uma metodologia que busca encontrar soluções criativas e inovadoras para diversas questões. Dentro do empreendedorismo, ele pode ser usado tanto na melhora da experiência do cliente, como no desenvolvimento de novos produtos e serviços ou até na inovação dentro dos processos da empresa.

A tradução literal do termo pode ser entendida como “pensar como designer” e é justamente essa a essência da metodologia. Afinal, o design é o conhecimento usado para promover mais bem-estar para as pessoas, facilitando a vida delas com produtos e itens diferenciados, que resolvam suas demandas.

O termo se popularizou com Tim Brown, CEO da Ideo. Para ele, quem deseja inovar, precisa pensar como um designer (mesmo não sendo da área), afinal só assim é possível desenvolver soluções criativas e que tenham foco nas pessoas.

Design thinking etapas: quais são e como usá-las?

Como você viu, essa metodologia é importantíssima para as empresas, já que ajuda no processo de inovação, que pode ser usado em várias áreas dentro dos negócios. Por isso é essencial entender as fases do design thinking e começar a colocar a “mão na massa”. Vamos a elas.

  1. Imersão

Nessa fase, estamos buscando nos aproximar do problema. A ideia é que a equipe trabalhe estudando o desafio a ser superado, considerando tanto o ponto de vista da empresa como do cliente.

Para isso, são usadas várias ferramentas de apoio, como entrevistas, pesquisas de tendência (também chamadas de cool hunting), observação direta, entre outras.

Dentro do que chamamos de “imersão” ainda podem haver subfases, que são: preliminar, baseada no primeiro contato com a situação e em profundidade, quando as equipes passam a fazer um levantamento mais detalhado das oportunidades, fraquezas e necessidades – itens que irão nortear as próximas fases.

  1. Ideação

Essa é a fase do “brainstorming”, quando todos os membros da equipe sentem-se livres para expor suas ideias, sem que haja nenhum tipo de julgamento. A intenção é estimular a criatividade dos membros, desenvolvendo várias soluções para o problema (mesmo que a maioria não seja usada).

Nesse momento, as ferramentas que visam estimular a criatividade são essenciais. Além disso, também é possível usar mapas cognitivos, personas, técnicas de canvas, entre outros. Tudo que ajude a melhorar a visualização das equipes, das questões a serem tratadas e também ampliem a criatividade. Um grupo multidisciplinar é uma ótima ideia para agregar visões diferentes sobre o mesmo problema.

  1. Prototipagem

Agora, haverá uma seleção das ideias apresentadas, escolhendo aquelas que melhor se encaixem no problema e que, de forma simplificada, tragam uma solução diferenciada e inovadora, capaz de resolver as demandas das pessoas envolvidas com a empresa.

Assim, podemos entender a prototipagem como a etapa de validação das ideias. As equipes vão trabalhar melhor na solução (que nem sempre pode ser criada a partir de uma ideia única, mas sim ser um “misto” de várias alternativas).

Aqui, haverá um cronograma para que a solução seja colocada em prática e testada com um grupo alvo. Isso permite torná-la ainda mais eficaz para, de fato, ser implementada.

Em alguns casos, é possível encontrar uma quarta etapa, que é a fase dos testes, quando as ideias são colocadas em prática e passam por um processo de refinamento.

Essas são as 3 etapas básicas do design thinking. Para alguns estudiosos, elas podem ser subdivididas em outras fases. Mas a ideia geral é sempre a mesma. E o mais bacana é que essas etapas podem ser usadas em diversos setores, tanto na vida empresarial, como para questões particulares, como o planejamento da carreira.

É claro que, neste post, simplificamos bastante o assunto. Mas se você ficou interessado, é possível aprender mais sobre o design thinking e suas etapas em uma escola de qualidade e que seja referência no mercado.

Agora você já sabe tudo sobre as etapas do design thinking? Compartilhe nosso post e ajude os seus amigos empreendedores a compreenderem melhor sobre essa metodologia.

O que uma empresa de marketing digital pode fazer pelo seu site?

Muitas pessoas acham que é “bobagem” contratar uma empresa de marketing digital para cuidar do site dos seus negócios. Apesar de hoje existir muita informação valiosa e gratuita na internet, contar com a visão de especialistas na área pode ajudar (e muito) a melhorar os resultados trazidos com o seu site.

Afinal, esses especialistas possuem anos de experiência, além de dominarem as ferramentas e tecnologias mais modernas no setor, garantindo que suas estratégias digitais trarão o resultado esperado de acordo com o investimento realizado.

Quer saber mais? Continue a leitura!

Como uma empresa de marketing digital pode ajudar a melhorar o meu site?

Você concorda com a introdução deste artigo e acha que contratar uma empresa de marketing digital, como a Ingage Digital, não traz nenhum benefício ao seu negócio? Veja como uma agência especializada pode ajudar o seu site.

Melhora o posicionamento

Ter um site, hoje em dia, não significa muito. Afinal, é preciso que as pessoas encontrem o seu negócio online quando fazem buscas com termos relacionados ao que você vende.

Por isso, o SEO e o conteúdo de qualidade são tão importantes. Já que são eles os grandes responsáveis por melhorar o posicionamento do seu site em mecanismos de busca, como o Google.

Uma agência de marketing digital conseguirá analisar os motivos para o seu negócio não estar bem ranqueado e irá resolvê-los, como: ausência de palavra-chave nos conteúdos, conteúdos ruins ou copiados, site não responsivo, lentidão de carregamento, links quebrados etc.

Quanto mais concorrido for o seu setor, mais difícil será se ranquear bem para as principais palavras-chaves, por isso esse auxílio é tão importante.

Aumenta o tráfego

Se mais pessoas encontram o seu site na rede, consequentemente há um aumento no número de acessos. E, se o seu domínio recebe mais visitantes, também há um aumento no número de pessoas que passam a conhecer sua empresa e que podem vir a fazer negócios com ela.

Além de melhorar o posicionamento em mecanismos de busca, uma empresa de marketing digital poderá desenvolver estratégias que visem aumentar o tráfego no seu site, com ações em diferentes locais, como redes sociais, e-mail marketing ou adwords.

Cria estratégias de relacionamento

Relacionar-se bem com os clientes é uma premissa muito importante atualmente. Isso porque um número cada vez maior de consumidores está em busca de empresas sérias, parceiras e que tenham um propósito forte, que vá além do que apenas gerar lucro.

Além disso, o relacionamento adequado favorece a fidelização e ajuda a aumentar o ticket médio de vendas.

Mas para conseguir atingir tudo isso, é indispensável captar e nutrir seus leads, ou seja, pessoas interessadas em saberem mais sobre o seu negócio. Uma boa estratégia de marketing digital é capaz de ajudar em todas essas etapas.

Assim, você conseguirá criar um relacionamento adequado com aqueles visitantes que ainda estão pesquisando sobre as empresas, seu mercado e soluções semelhantes a que você comercializa, até aqueles que já estão decididos em comprar e precisam apenas de um “empurrãozinho” para escolherem o seu negócio.

Favorece a conversão

Converter é uma das palavras mais usadas no marketing digital. E não é por acaso, afinal, todo mundo que tem um site de empresa na rede deseja vender seus produtos e serviços.

Mas sem nenhuma estratégia definida, pode ser difícil atingir essa meta. Uma empresa de marketing digital ajudará o seu negócio a desenvolver estratégias claras para captar leads, nutrir essas pessoas com informações ricas e valiosas e, obviamente, incentivá-las a comprarem de você (não apenas uma, mas várias vezes).

Nem sempre as estratégias digitais usarão apenas o seu site. É possível que os especialistas lhe recomendem algumas alterações no layout e também a inclusão de páginas nas redes sociais e de um blog corporativo.

De qualquer forma, somente com a experiência e a expertise desses profissionais será possível transformar o site da sua empresa em uma máquina de vendas.

Onde encontrar uma boa empresa de marketing digital?

O mercado de marketing digital não para de crescer e nem sempre é fácil encontrar uma empresa séria e que realmente seja capaz de agregar ao seu negócio, não é mesmo?

Para se ter uma ideia, hoje os investimentos em mídia digital atingem o segundo lugar de preferência entre os empresários brasileiros (apenas atrás da televisão). E a expectativa é que haja um crescimento de 12% do setor até 2021.

Assim como existem muitas agências que estão “surfando” nesse crescimento, existem outras que já nasceram digitais e que contam com cases sólidos e muita experiência no mercado.

Uma delas é a Ingage, uma empresa de marketing digital de Belo Horizonte que conta com mais de 10 anos de experiência no universo digital e vários cases de sucesso em diversos segmentos.

Independentemente da sua escolha, é sempre importante tomar alguns cuidados, como: conhecer o portfólio da agência, analisar quais serviços estão incluídos no contrato, conhecer a equipe e analisar os cases de sucesso.

E então, já está convencido que investir em uma empresa de marketing digital é um bom negócio? Ajude os seus amigos empresários e compartilhe este conteúdo nas suas redes sociais!

4 avanços tecnológicos que são utilizados em negócios atuais

Você já parou pra pensar como os avanços tecnológicos influenciam em qualquer área do mercado? Apesar disso, se comparada a outras áreas, a tecnologia ainda tem dificuldade para conquistar seu espaço na indústria da construção.

Os avanços tecnológicos permitem que todos os setores estejam sempre atualizados para trabalhar melhor, alcançar melhores resultados e diminuir seus custos. Isso é também um grande benefício  para a construção civil que é uma área de grande importância para um país.

A seguir, confira alguns avanços da tecnologia na construção civil.

Principais avanços tecnológicos na engenharia civil

1. Impressão 3D de metais

Em 1984, o norte-americano Chuck Hull inventou a primeira impressora 3D. Os primeiros objetos criados pela máquina foram  lâmpadas para solidificação de resinas.

Atualmente, a impressão 3D ainda é muito usada para a produção de protótipos ou apenas como hobby, pois imprimir alguma coisa que não é de plástico era um processo demorado e caro.

A impressão 3D de metais, se for amplamente adotada, pode ser um dos principais avanços tecnológicos que irão colaborar na mudança do modelo de produção industrial.

Em setembro de 2018, a HP apresentou a Metal Jet, impressora 3D em escala industrial. Segundo a companhia, a impressora tem a capacidade de fabricação de itens de aço com até 50 vezes mais produtividade do que outras formas de impressão.

Com essa impressora inovadora, a HP promete tornar mais barato o custo para se produzir certas peças de metal e possibilitar que empresas possam criar novos produtos com mais rapidez. As primeiras unidades da impressora serão entregues em 2020.

A companhia, inclusive, já assinou parcerias com fabricantes que pretendem experimentar a impressão 3D em aço. Um de seus clientes é uma das maiores fabricantes de automóveis no mundo.

2. Cidades sensíveis

Há em Toronto, Canadá, um projeto chamado Quayside que tem como objetivo mudar as maneiras de repensar o urbanismo.

A empresa Alphabet, dona da Google, está implementando na cidade canadense vários sensores para identificar como a cidade foi construída. Os dados coletados passarão por uma análise e serão usados para repensar o crescimento futuro e a maneira que as pessoas vivem na cidade. Com isso, será possível apresentar soluções executáveis de produtos e serviços para os cidadãos.

3. Inteligência Artificial

Por enquanto, a Inteligência Artificial é usada principalmente por startups e grandes empresas de tecnologia. Isso porque para a grande maioria das empresas, a IA tem alto custo e é difícil implementação.

No entanto, existem ferramentas de aprendizado de máquinas baseadas na nuvem que estão levando a Inteligência Artificial a cada vez mais empresas e pessoas. No futuro, a tecnologia poderá tornar setores como engenharia civil, indústria, medicina e energia mais eficientes.

4. Gás natural sem carbono

O gás natural é uma das principais fontes para a produção de eletricidade, e isso, provavelmente, não deve mudar tão cedo. Vinte e dois por cento da geração de energia do mundo é originada do combustível.

Segundo a Organização Meteorológica Mundial, agência especializada da ONU, em 2017, a emissão de gás carbono atingiu recorde (405,5 partículas de gás carbônico por milhão).

Uma nova tecnologia,  que poderia fazer com que o gás natural  se tornasse uma energia limpa, está sendo testada em uma usina nos EUA. Todo o dióxido de carbono gerado é capturado através de um processo em que a maior parte do dióxido de carbono poderia ser reciclada constantemente.

Quais outros avanços tecnológicos deveriam ser incluídos na lista? Compartilhe o conteúdo com seus amigos nas redes sociais!

Conheça as casas que viram instrumentos musicais

Você já imaginou que um conjunto de casas pudessem se transformar em instrumentos musicais? Pois essa é a criação de um coletivo de artistas em Nova Orleans que tem atraído a atenção de turistas e visitantes.

Estamos falando do Music Box Roving Village, situado no Parque de Nova Orleans e que permite criar uma orquestra alternativa usando casas musicais. Quer saber mais sobre essa novidade? Continue a leitura!

Casas que viram instrumentos musicais: que ideia é essa?

A criação foi realizada em 2008 pelos músicos Delaney Martin e Jay Pennington. As casas são verdadeiras instalações artísticas e foram construídas depois da passagem do furacão Katrina. A ideia era, a partir dessas casas, devolver aos artistas locais a dignidade e também o amor à música.

O projeto se chama “New Orleans Airlift” e é aberto à visitação. Você pode, por exemplo, pisar em diferentes partes do assoalho de uma das casas da vila e obter sons graves ou ainda controlar ventiladores que assobiam em diferentes frequências – e assim, junto dos seus amigos, criar músicas únicas e completamente diferentes usando partes das casas para isso.

Durante alguns finais de semana, músicos profissionais de todo os Estados Unidos se reúnem para tocar músicas com as casas, fazendo um show incrível e bem inusitado. Até 2015, a vila já tinha recebido mais de 10 mil visitantes, sendo que desse número mais de 4 mil eram músicos que tocavam em orquestras americanas.

Como decorar a casa usando instrumentos musicais?

Se você é fã de música, mas não tem como construir a sua casa para que ela se transforme em um instrumento musical personalizado, a ideia é aproveitar essa inspiração na sua decoração.

Até mesmo quem pretende alugar um imóvel pode trazer mais personalidade ao ambiente usando essas ideias, que não exigem grandes reformas para tornar os espaços mais aconchegantes e únicos.

Algumas ideias bem legais são:

  • usar partituras para criar luminárias ou ainda para o abajur;
  • fazer um quadro com partituras;
  • retirar o tampo de um violão antigo e utilizá-lo como prateleira para vasos, livros ou outros objetos, decorando as paredes da sua casa;
  • transformar o violão em uma base de abajur;
  • montar uma árvore de natal com as guitarras ou violões;
  • retirar o tampo de um piano antigo e transformá-lo em uma prateleira bem estilosa para a sua casa;
  • usar algumas peças de bateria para criar luminárias pendentes para a sala de estar ou de jantar;
  • criar uma mesa lateral usando um surdo de bateria;
  • forrar uma parede inteira com discos de vinil;
  • dispor de um jukebox na sua sala;
  • usar um amplificador de guitarra como criado mudo;
  • usar adesivos na parede que tenham relação com o universo musical.

Mas se você não quer modificar ou alterar os instrumentos da forma original ou investir em ideias “mais radicais” pode apenas dispor esses itens em alguma parede da sua casa, como da sala de estar ou do quarto de música. Para isso funcionar corretamente, separamos algumas dicas importantes:

  • atenção à posição dos instrumentos, garantindo que será fácil mantê-los limpos;
  • pense na harmonia com os demais objetos de decoração e mobiliários, evitando o excesso de peças e dando mais ênfase aos instrumentos musicais;
  • pense em uma localização que favoreça a segurança, evitando acidentes domésticos.

E, então, gostou de pensar em formas de transformar as casas em instrumentos musicais? Para quem ficou interessado na iniciativa de Nova Orleans saiba que é possível visitá-la. Todas as informações estão presentes no site oficial do projeto, inclusive com orientações aos turistas e datas dos próximos eventos.

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3 projetos que trabalham a inteligência musical dos jovens

Muitas iniciativas de responsabilidade social estão surgindo para garantir mais educação, saúde, cultura, entre outros, como a inteligência musical. Essa é a habilidade de reconhecer sons e identificar notas musicais. Por isso, deve ser desenvolvida nos jovens para que possamos reconhecer os talentos que impactarão as artes e a sociedade.

Essa inteligência é uma aptidão estimulada para saber compor, apreciar ou executar uma peça musical. Isso é positivo para a comunidade e para as empresas que investem nesses projetos, apoiando uma causa social e ajudando a disseminar a cultura na sociedade.

Veja agora alguns dos projetos que trabalham com a inteligência musical!

1. Instituto Ramacrisna

Essa iniciativa criou a sua Orquestra Jovem em 2005, com a finalidade de levar o universo da música erudita para crianças e jovens da comunidade de Vianópolis, localizada em Betim, MG. O projeto providencia aulas de teoria musical e prática com instrumentos de sopro e corda para 73 jovens, com idades entre 9 e 25 anos, que estão em situação de risco, além de ter um programa de contratação de adolescente aprendiz.

Desde 2013, o Instituto Ramacrisna promove o “Festival de Música Primavera da Orquestra Jovem”, onde são ensinadas lições teóricas e práticas de diversos instrumentos. Além disso, há apresentações dos alunos, outros grupos e orquestras convidadas. Esse evento visa promover a música erudita e popular nas comunidades e periferias de Betim.

2. ONG Ascan

A Associação Cultural Alfredo do Nascimento foi fundada em 1993, com o nome de EMAN. Ela promove aulas de violão e teclado para crianças de baixa renda a partir dos 9 anos, por meio do projeto “Música para todos”. Começando a partir do esforço de Alfredo Nascimento, que passou a ensinar violão para as crianças da Paróquia N. Sra. de Fátima, no Jardim Tremembé, Zona Norte de São Paulo.

Essa atitude fez com que o projeto conseguisse diversos parceiros, como empresas e instituições, dentre elas Correios e Itaú. Em 2009 foram feitas reformulações e o projeto “Violão Popular é para Todos” se tornou o carro-chefe. Apesar de tanto esforço e de já ter formado mais de 1.800 alunos, a instituição ainda espera ter uma sede própria para poder melhorar sua contribuição para a sociedade.

3. ONG Cultivar

Esse projeto visa ensinar música para adolescentes, jovens e crianças de zonas rurais, que não têm muito acesso a atividades musicais. Fundada por um grupo de trabalhadores rurais, em 2008, tem o intuito de melhorar as condições sócio-culturais e econômicas do povoado Cachoeirinha, na zona rural de Nossa Senhora das Dores, SE.

O objetivo da ONG é criar alternativas de proteção social, por meio da educação, lazer, cultura, agricultura familiar, geração de renda e meio ambiente. Ela oferece aos jovens desatendidos pela maioria das políticas públicas, a chance de aprender música, artesanato, capoeira, reforço escolar e agroecologia. Além de dispor de minibiblioteca, brinquedoteca e orientação psicopedagógica.

Como vimos, existem grandes iniciativas que estimulam a inteligência musical nas crianças, adolescentes e jovens. Esse é um trabalho muito importante para disseminar a cultura, ensinar uma profissão e ocupar suas mentes com coisas boas. Então, as empresas e instituições devem colaborar com esses projetos, como uma forma de pôr em prática as suas responsabilidades sociais.

Se você tem uma opinião, deixe seu comentário e não se esqueça de compartilhar este artigo nas suas redes sociais!

Por que a Anitta é um exemplo de empreendedorismo?

Quando Anitta estourou com “Show das Poderosas”, muitas pessoas a desacreditaram e pensaram que seria só um sucesso passageiro. De lá para cá, contudo, a cantora provou sua força e até mais, a sua visão para o mundo dos negócios. Não é por acaso que hoje ela é citada como um exemplo de empreendedorismo.

Mas você já imaginou que, além de rebolar, Anitta poderia lhe ensinar a dar uma guinada na sua empresa e alcançar o sucesso? Afinal, o que a cantora tem de relação com o mundo dos negócios? Leia e saiba mais!

Anitta e o empreendedorismo: como assim?

Ok, você deve estar pensando que estamos forçando a barra – e só porque a cantora continua fazendo sucesso isso não significa que ela é uma empreendedora, certo? Errado!

Afinal, passar de uma completa desconhecida até 2012 para alguém que está conseguindo destaque no mercado internacional da música (que é extremamente concorrido) é algo que, por si só, já merece nossa consideração.

Mas o que muitos não sabem é que Anitta é a sua própria empresária. E mais, que a cantora também é empresária de outros artistas. Desde 2014, é ela quem gerencia a sua carreira. E isso não é por acaso.

Com apenas 16 anos, ela se formou em um curso de técnico de administração e conseguiu uma vaga no programa de estágio super concorrido da Vale do Rio Doce. Apesar dessa ótima oportunidade, ela continuou correndo atrás de uma recolocação profissional, se demitiu para investir na carreira e artística e atingiu suas metas.

Nesse momento, a cantora já mostrava que tinha alguns pontos essenciais para o mundo dos negócios: capacidade de planejamento e persistência para buscar seus sonhos. Afinal, levar o funk carioca para um público nacional e depois começar a investir em uma carreira internacional é algo que depende muito de um bom planejamento e de muita insistência.

Lições de Anitta para os empreendedores

Pronto, agora que você já entendeu porque Anitta, mais do que um fenômeno do universo musical, também é um exemplo de empreendedorismo – que tal analisar algumas lições que ela pode lhe ensinar? Confere aí.

  1. Trace metas

Você viu que, para conseguir sair do anonimato, explodir nacionalmente e se tornar um dos nomes mais influentes da nossa música atualmente, Anitta teve de planejar muito bem os seus passos.

E isso é essencial para qualquer um que deseja empreender. Você precisa saber onde quer chegar – e o que tem de fazer para alcançar essa meta. Antes de ser Anitta, Larissa (nome oficial da cantora), teve de fazer algumas escolhas, como sair do programa de estágio, investir em aulas de canto e também aprender novos idiomas.

Apesar de ter um objetivo grande, a cantora nunca desistiu. E até hoje continua se desafiando. Com a sua empresa deve ser o mesmo. Não é porque você atingiu uma meta importante que pode esquecer de continuar tentando alcançar novos horizontes.

  1. Responsabilize-se por seu negócio

“Tomar as rédeas da situação” é um termo que ouvimos com frequência. Mas será que você está usando essa frase no seu dia a dia? Anitta percebeu que, se dependesse dos outros, dificilmente sua carreira emplacaria como ela gostaria. Por isso, decidiu se tornar sua própria empresária e treinar a sua equipe para que todos trabalhassem da mesma maneira que ela.

Isso é essencial em qualquer negócio. O gestor precisa conhecer tudo o que acontece dentro da sua empresa, ainda que não domine todas as áreas. E é fundamental compreender um pouco sobre finanças e administração, afinal essa será a base do seu dia a dia e da sua tomada de decisões.

Só é possível exigir dos seus funcionários se você souber o que eles precisam fazer – e ainda se conseguir traçar metas realmente alcançáveis.

  1. Saiba quem é o seu público-alvo

Anitta, nesse ponto, foi muito esperta. Afinal, ela conseguiu ir além do que ser apenas uma cantora de funk, se reinventando e trazendo batidas e letras diferentes, se mantendo sempre no topo e angariando novos mercados.

Isso só foi possível porque ela acompanhou de perto quem era seu público, quais novos mercados ela poderia atuar, quem eram seus concorrentes e como conseguir se lançar em novos setores, como no mercado internacional.

Aliás, foi dessa maneira que ela entendeu que as línguas predominantes eram o inglês e o espanhol e que o cenário digital estava em alta para lançar novos artistas, desenvolvendo a Paradinha, que foi um hit estrondoso, unindo o português a esse cenário e saindo na frente dos seus concorrentes.

  1. Tenha parceiros estratégicos

Dificilmente alguém consegue atingir o sucesso sozinho, mas você precisa saber com quem contar. Foi assim que Anitta começou a alavancar a sua carreira internacional, se aliando a artistas já conhecidos lá fora, buscando atingir o mesmo público que eles.

Mas, é claro que tudo isso precisa ser feito de forma planejada. Em 2017, ela se lançou no mercado internacional com Paradinha. E depois se programou para lançar uma música e um clipe por mês com parceiros internacionais estratégicos.

  1. Arrisque-se

Não adianta você se planejar, estudar o seu mercado e fazer toda a “lição de casa”, se tiver medo de inovar (você pode fazer isso com o design thinking). Mesmo errando durante anos, Anitta não desistiu, ao contrário, aproveitou esses “deslizes” para aprender e assim planejar melhor a sua carreira.

No mundo do empreendedorismo é a mesma coisa. Se você tiver medo de lançar uma novidade, poderá perder grandes oportunidades, ver o momento passar e outro concorrente colocar a sua ideia em prática.

Assim, planeje muito bem os seus passos, mas não deixe que uma boa ideia não saia do papel por medo do fracasso.

Como você viu, Anitta é sim um ótimo exemplo de empreendedorismo – e é possível se inspirar na sua carreira de sucesso para transformar a sua empresa. E você, tem outros exemplos de artistas que como Anitta podem inspirar o mundo empresarial? Deixe um comentário pra gente!

Elis Regina e Tom Jobim: conheça a história dessa parceria

Elis Regina e Tom Jobim são, sem dúvida, os dois maiores nomes da música popular brasileira. E também brilharam juntos no palco, com canções inesquecíveis como “Só tinha de ser com você” que até hoje ainda faz sucesso com diversos públicos.

Mas você sabe como essa parceria teve início? Continue a leitura e saiba mais!

O primeiro encontro e a ditadura militar

A primeira vez que Elis Regina e Tom Jobim trabalharam juntos foi na gravação “Elis & Tom” de 1974 realizada nos Estados Unidos. Mas até que essa história se concretizasse aconteceram muitos percalços.

Elis Regina vinha sofrendo com uma crise de imagem, principalmente porque havia se apresentado nas Olimpíadas do Exército, na época da ditadura militar. Embora ela não fosse favorável ao regime, acabou aceitando a proposta por medo de retaliação e também por inabilidade dos seus empresários em saber negociar com os militares.

O resultado foi bastante desastroso para a imagem da cantora, que passou a ser mal vista por alguns setores da imprensa, do mundo acadêmico e da intelectualidade.

Precisando se reerguer, Elis procurava uma parceria com um músico de renome e de prestígio. Um convite da gravadora Phonogram veio a calhar e foi assim que o empresário e produtor de Elis na época, Roberto de Oliveira, sugeriu a parceria com Tom Jobim, que estava morando no exterior e sofria com a falta de popularidade no seu país.

Tom queria ser mais conhecido e popular por aqui, enquanto Elis desejava se unir a um nome de peso entre os músicos da época e, principalmente, que não tivesse nenhum envolvimento com o cenário político. Foi assim que surgiu o disco Elis & Tom – um momento histórico para a música popular brasileira.

A história, inclusive, foi contada à Folha de São Paulo por Roberto de Oliveira e tem outras curiosidades sobre esse momento.

Rusgas entre os artistas

Porém, antes dessa gravação, Elis Regina e Tom Jobim já tinham “trocado farpas”. A cantora havia sido reprovada por Tom, em 1964, para o disco Pobre Menina Rica, com a alegação de que ela era muito provinciana.

Dez anos mais tarde, os dois voltaram a se encontrar para a gravação do disco, mas mesmo assim as dificuldades apareceram, pelo menos no início, com debates sobre questões musicais. Principalmente porque cada um vinha de uma escola diferente, já que Elis era cantora de MPB e Tom ainda vivia a época da Bossa Nova.

Outra curiosidade sobre esse relacionamento foi a música “Na Batucada da Vida”, de Ary Barroso. A canção foi mostrada à Elis por Tom durante o período que ficaram nos Estados Unidos e Tom pediu a ela que não gravasse a música, pois a mesma seria incluída em um disco só com canções de Ary que Tom pretendia gravar.

Mas, ao retornar para o Brasil, Elis gravou a canção, deixando Tom Jobim chateado e fazendo com que o músico deixasse o projeto de lado.

A importância de “Elis & Tom”

Apesar de tudo isso, o disco “Elis & Tom” é considerado um dos mais importantes da nossa história musical – e já foi até cobrado como “leitura obrigatória” no vestibular da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), em 2018, ao lado de clássicos da literatura brasileira.

Isso porque, as letras e as melodias dessa gravação carregam um grande peso lírico, além de ajudar os jovens a conhecerem um pouco mais sobre essas duas personalidades tão importantes para a história da nossa música.

Elis Regina e Tom Jobim são dois grandes nomes da nossa música e de personalidades fortes que juntos criaram um dos discos mais famosos da nossa história. Se você gostou deste post, compartilhe a nossa publicação em suas redes sociais!

Quem foi Antônio Carlos Jobim?

 

Antônio Carlos Jobim, mundialmente conhecido como Tom Jobim, é um dos músicos brasileiros de maior sucesso na história. Ao lado de Vinícius de Moraes, compôs “Garota de Ipanema”, praticamente um hino a brasilidade.

Apesar de todo esse sucesso, nem todo mundo sabe como Antônio Carlos Jobim se tornou Tom Jobim, nem a sua trajetória musical rumo ao sucesso. Quer saber mais sobre esse músico? Continue a leitura!

De Antônio Carlos Jobim a Tom Jobim: a ascensão musical

Tom Jobim na verdade se chama Antônio Carlos Brasileiro de Almeida Jobim e nasceu em 1927, no Rio de Janeiro, crescendo em uma família de boêmios e artistas.

Embora a música sempre estivesse na sua essência, Tom Jobim começou a cursar arquitetura. Insatisfeito, resolveu largar o curso e se dedicar a sua grande paixão: a música.

A vida do artista começou nos bares e boates de Copacabana e apenas em 1952 ele foi contratado pela primeira gravadora, a Continental. Porém a sua função era a de transcrever para o papel as músicas dos compositores já consagrados.

Em 1954, Tom Jobim se arrisca nos primeiros arranjos, com a ajuda do maestro Radamés Gnatalli. Foi graças ao emprego na Continental que conseguiu gravar a sua primeira música: Faz uma Seresta, em 1954, sendo parceiro de Juca Stocklei.

Apesar disso, a primeira grande parceria foi com Newton Mendonça, criando clássicos como Desafinado e Samba de uma nota só.

Em 1956, Tom Jobim e Vinícius de Moraes se conhecem. O músico ficou responsável  por produzir os arranjos da peça Orfeu da Conceição, escrita pelo poeta e na sequência adaptada para o cinema. O sucesso “Se todos fossem iguais a você” era uma das músicas que compunham a peça.

No ano de 1958 é lançado o álbum “Canção do amor demais”, com várias músicas da parceria entre Vinícius e Tom e sendo considerado um dos marcos da música popular brasileira, com músicas regravadas por nomes de sucesso na nossa música.

Garota de Ipanema nasce em 1962, mas apenas foi gravada em março de 63 e chegou a entrar para a lista das 10 músicas mais tocadas no mundo, sendo inclusive regravada na voz de grandes artistas, como Frank Sinatra.

A carreira internacional de Antônio Carlos Jobim

Também foi em 1962, que o nome de Tom Jobim foi lançado ao mundo. Ano em que o guitarrista Charlie Byrd e o saxofonista Stan Getz lançaram o álbum “Jazz Samba”, com uma versão instrumental de Desafinado.

A música fez tanto sucesso que ganhou uma variedade de intérpretes na terra do Tio Sam, como Quincy Jones, Dizzy Gillespie, entre outros. Em 1963, Tom Jobim e mais alguns músicos brasileiros são convidados para se apresentarem no Carnegie Hall e lançam Garota de Ipanema ao mundo.

Entre as décadas de 60 e 70, Tom Jobim gravou muitos álbuns para várias gravadoras americanas. Porém, quando a música brasileira começou a dar sinais de queda nos Estados Unidos, o músico começou a focar em um setor em ascensão: o cinema e a TV brasileira.

Em 1985, Tom Jobim é novamente convidado a se apresentar no Carnegie Hall, para uma plateia de mais de 3 mil pessoas, estreando uma turnê bem longa pelos Estados Unidos e pela Europa, levando o nome de Tom Jobim para todo o mundo e o tornando o sucesso que conhecemos hoje.

Antônio Carlos Jobim faleceu em dezembro de 1994, nos Estados Unidos, durante uma cirurgia do coração.

Muito além de Garota de Ipanema, o músico ficou mundialmente famoso por várias outras canções célebres, cantando ao lado de nomes memoráveis do universo musical como Pavarotti, Elton John, Sting e muitos outros, sendo até hoje sinônimo da boa música brasileira.