Hoje, é possível escolher entre inúmeros planos de saúde e modalidades de contratação. No entanto, mesmo diante dessas possibilidades e do crescimento do setor, ainda existem muitos desafios para a saúde suplementar no Brasil.
Esse termo se refere a todas as ações e serviços disponibilizados por operadoras de planos de saúde. Sempre sob autorização e monitoramento constante da Agência Nacional de Saúde Suplementar, a ANS.
É ela, inclusive, que também ajuda a observar e regulamentar atividades que fazem parte da lista que mostramos abaixo. Conheça, a seguir, tudo o que esse setor ainda precisa enfrentar para se consolidar efetivamente.
1. Gestão do alto custo
A gestão do alto custo é uma das principais características da saúde suplementar de nosso país. As operadoras precisam conseguir mais usuários, e isso demanda soluções inovadoras.
Que, por sua vez, dependem de uma gestão inteligente de negócio. Todas essas ações acarretam custos altos e, muitas vezes, geram soluções que não são mais ideais para o indivíduo. Sendo assim, a sobrevivência econômica das operadoras se torna um desafio.
2. Combate a fraudes
As fraudes custam milhões por ano para as operadoras de saúde. Esse valor, além de ser absurdo, impacta diretamente várias estratégias e projetos que precisam ser colocados em prática.
Por isso, os planos de saúde precisam se preparar melhor para combater a questão. Adotar programas de controle e transparência e contar com assessoria jurídica são excelentes opções para diminuir os casos e descobrir como reduzir a sinistralidade.
3. Relação com fornecedores e prestadores
A relação com fornecedores e prestadores também costuma se mostrar como um desafio para a saúde suplementar no Brasil. É fundamental manter um bom relacionamento e a total transparência para assegurar parcerias fortalecidas com essas fontes.
Para completar, são elas que fornecem informações a respeito do atendimento de beneficiários, para avaliação da ANS com base em indicadores IDSS. Sendo assim, uma comunicação objetiva permite receber dados corretos, negociar preços justos e manter o estoque de produtos e materiais em dia.
4. Atenção Primária à Saúde (APS)
A Atenção Primária à Saúde é um desafio antigo para a saúde suplementar no Brasil. Muitas pessoas procuram por atendimento depois de confirmar uma doença, mas não pensa no cuidado contínuo e preventivo.
Sendo assim, passam a ter menos qualidade de vida e ainda sobrecarregam o sistema de saúde. As operadoras de saúde têm um papel importante na conscientização da população, tanto sobre a prevenção quanto sobre a importância de ter uma vida saudável.
5. Investimento em tecnologia
O cenário da pandemia da Covid-19 reforçou ainda mais a importância de investir em tecnologia dentro da saúde suplementar. Mas fora dele, muitas oportunidades de adotar soluções tecnológicas surgem no dia a dia de trabalho.
É muito importante, então, que gestores foquem na busca por alternativas que estejam de acordo com suas necessidades e problemas enfrentados. E que a empresa, como um todo, adote o recurso escolhido para melhores resultados.
Embora esses sejam desafios constantes para a saúde suplementar no Brasil, a tendência é que sejam superados, ou pelo menos mais bem administrados, nos próximos anos. As operadoras de saúde estão cada vez mais focadas em sua sustentabilidade e na melhoria do atendimento ao público, por isso as perspectivas são animadoras.
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